HAYTON ROCHA “Bouquet” de confusões
Um fedor pode embrulhar o estômago ou revirar tudo ao redor. Ele ataca, sem defesa, de espaços cotidianos até quadras refinadas do tênis. É nocaute certo
Sistemas de estradas construídos em épocas remotas por incas, romanos e chineses revelaram as entranhas do mundo e deram início à globalização a partir do comércio
Mergulhar no mundo literário de Hilda Hilst é trilhar caminhos selvagens que celebram o risco, beiram os limites da loucura e da lucidez, passam pelos fantasmas do amor
Reconhecer os próprios defeitos é um ato de grandeza e desprendimento? Um sinal de segurança? Um passo além seria aprender a amar o que não é virtude para encarar a vida com mais leveza?
Todos nós temos um preço? A ocasião faz o ladrão? A "Lei de Gérson" é definitiva? O jeitinho brasileiro é a soleira da corrupção?
O amor pode ser um elo forte ou um desenho na areia, mas sempre será imperfeito, delicado e dependente de atenção
O Carnaval de rua invadiu as cidades brasileiras, pedindo passagem aos eventos midiáticos. Hoje, os desfiles oficiais de escolas de samba e blocos fechados em cordas e abadás vão pouco além de atrações turísticas
Às vezes, os pensamentos confusos misturam tudo. Nem tudo é compreensível; nem tudo é desprezível. É aí que a poesia invade e deixa a mente a ver navios, observando estrelas
Um menino descobre as maravilhas do convívio com a natureza e passa a compreender que ela tem ciclos que sucumbem ao menor movimento do homem
Conviver respeitando limites alheios é uma arte cada vez mais refinada. E rara nestes tempos em que todos criam regras e tentam impor seus caprichos